Was ou Were: Saiba como usar corretamente

“Was” e “Were”, eis a questão. Para os iniciantes de língua inglesa, muitas palavras acabam se tornando um verdadeiro enigma e, caso não prestem atenção o suficiente, podem acabar cometendo pequenos deslizes que podem ser fatais na hora de prestar um exame ou, até mesmo, comunicar-se com outras pessoas.

Todo mundo sempre acaba cometendo um errinho aqui e ali, mas isso não deve ser motivo para que você desista de aprender um novo idioma, principalmente porque, atualmente, aprender inglês é fundamental e pode ser aquele diferencial no seu currículo, proporcionando um upgrade na sua carreira.

Was ou Were

Was ou Were, e agora?

Uma das primeiras coisas que o estudante de inglês começa a aprender são as palavrinhas “was” e “were”, as quais são as formas do verbo to be no passado, ou seja, essas palavras nada mais significam do que flexões de um verbo, capazes de modificar todo o sentido de uma frase.

Veja os exemplos a seguir junto com as pessoas do discurso:

  • I was;
  • You were;
  • He was;
  • She was;
  • It was;
  • We were;
  • You were;
  • They were.

Agora, vamos aplicar a nossa pequenas tabelinha em algumas frases para fazer com que você entenda melhor o contexto das coisas:

  • Were you there last night? (Você estava lá ontem à noite?);
  • The weren’t good students. (Elas não eram boas alunas).
  • I was single when i lived there. (Eu era solteira quando morei lá).

Nos casos que apresentamos, podemos perceber que o uso de “was” e “were” não parece, nem de longe, aquele bicho de 7 cabeças que algumas pessoas comentam ser, mas calma que só estamos no começo da nossa pequena aula. Lembre-se que esses verbos estão no “past simple”.

A expressão “was” será usada com os pronomes “I” (eu), “he” (ele), “she” (ela) e “it”, que não possui valor semântico isolado de uma frase. Já “were” será utilizado com os pronomes “you” (você), “we” (nós), “you” (vocês) e “they” (eles/elas). Outra informação muito relevante é que, diferente do que acontece na maior parte dos verbos, para formarmos o passado do verbo “to be” das duas fórmulas, não é necessário acrescentar a terminação “ed”.

Essa última informação repassada ocorre devido aos seus significados verbais estarem relacionados diretamente com os verbos “ser” e “estar”, não sendo necessária a modificação. Veja exemplos:

  • Ellora is my dentist. (Ellora é minha dentista). – Presente.
  • Ellora was my dentist. (Ellora era minha dentista). – Passado.
  • The boys are at the museum. (Os garotos estão no museu). – Presente.
  • The boys were at the museum. (Os garotos estavam no museu). – Passado.

Diferindo um pouco da língua portuguesa, na língua inglesa só existem essas duas representações de conjugação: “was” e “were”.

Forma afirmativa para Was e Were

Bem como na nossa língua materna, a língua portuguesa, na língua inglesa a estrutura da frase afirmativa deve seguir a ordem “sujeito + verbo”. Veja abaixo alguns exemplos de como funciona.

  • They are at school. (Eles estão na escola). – They were at school. (Eles estavam na escola).
  • He is my teacher. (Ele é meu professor). – He was my teacher. (Ele era meu professor).

Dessa maneira, é válido ressaltar por mais uma vez que, diferente da língua portuguesa, na língua inglesa só existem essas duas flexões e elas devem ser respeitadas ao substituírem seus respectivos pronomes. Cuidado para não esquecer de fazer a associação!

Forma negativa para Was e Were

Se você quer ter apenas alguns segundinhos de paz e não precisar esquentar a cabeça decorando tantas regras, fórmulas e exemplos, então a forma negativa vai ser mamão com açúcar! Nela, você só vai precisar adicionar a partícula “Not” para sinalizar a negação.

  • They are not at school. (Eles não estão na escola) – They were not at school. (Eles não estavam na escola).
  • I am not late. (Eu não estou atrasado) – I was not late (Eu não estava atrasado).
  • He is not my teacher. (Ele não é meu professor) – He was not my teacher. (Ele não era meu professor).

Dessa maneira, fica bem fácil saber quando a frase está expressando uma negativa, visto que a expressão “not” já simboliza uma negativa bastante explícita. Então, sempre que precisar negar algo dentro da frase, não esqueça de relacionar “was” e “were” aos seus respectivos pronomes e adicionar “not”.

Forma contraída

Outra maneira de expressar a forma negativa é por meio de sua contração. Por muitas vezes, você já deve ter presenciado em alguma leitura, seja ela técnica ou trivial, aquela apóstrofe (‘) seguida de um “t”. Isso significa a contração da expressão negativa, que também serve para encurtar a expressão.

Veja, abaixo, alguns exemplos da forma contraída.

  • They were not at school. (Eles não estavam na escola). – They weren’t at school. (Eles não estavam na escola).
  • I was not late. (Eu não estava atrasado) – I wasn’t late. (Eu não estava atrasado).
  • He was not my teacher. (Ele não era meu professor). – He wasn’t my teacher. (Ele não era meu professor).

Forma interrogativa de Was e Were

Em nosso vocabulário, e principalmente em diálogos, é muito comum que façamos vários questionamentos e, em língua inglesa, é muito interessante que saibamos nos posicionar na forma escrita e falada das frases interrogativas para não acabarmos passando alguma vergonha.

Para que a frase se torne interrogativa, a flexão deve ser adicionada antes do verbo. Veja exemplos:

  • Is she at school? (Ela está na escola?) – Was she at school? (Ela estava na escola?).
  • Am I late? (Eu estou atrasado?) – Was I late? (Eu estava atrasado?).
  • Is he your teacher? (Ele é seu professor?) – Was he your teacher? (Ele era seu professor?).

Casos para prestar atenção

Se a frase em que você pretende utilizar “was” ou “were” faz uma referenciação condicional que não pode mais acontecer, ou seja, uma suposição que esteja longe da realidade, iremos utilizar a flexão “were” diante de todos os pronomes, de maneira geral. Veja o exemplo:

  • If I were a boy, I think I could understand. (Se eu fosse um menino, acho que conseguiria entender).

A partícula “se” constrói toda uma situação condicional, ou seja, ela seria precisa para que outra coisa acontecesse, como uma consequência do ato.

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